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As recomendações do grupo de trabalho dos servios de prevenção dos EUA, que deverão ser oficialmente divulgadas , baseiam-se nos resultados de cinco ensaios clínicos, explicou agência AFP a porta-voz daquele organismo, Karen Migdail, confirmando notícias avançadas pela imprensa.
"Infelizmente, as indicações mostram que este teste não salva vidas", dissera antes ao jornal "New York Times" a presidente daquela comissão, Virginia Moyer, acrescentando que o teste "não permite distinguir os cancros agressivos dos não agressivos".
"Temos de encontrar um teste que faça essa distinção", concluiu.
O teste, o PSA ("antigénio específico da prsótata"), realizado por rotina em todos os homens a partir dos 50 anos. Mede a taxa de uma proteína produzida pela próstata e ajuda a detectar a presença de células cancerosas naquela glândula.
No entanto, a grande maioria dos homens, mesmo que tenham células cancerosas, nunca chega a ser afectado pelo cancro, cuja evolução é muito lenta.
fotoArquivo JN
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