atualizado em 25 Abril 2010
De acordo com cientistas norteamericanos, o aumento dos níveis de antioxidantes naturais no
organismo poderá ser a chave para uma maior
longevidade.
O Dr Peter Rabinovitch e os seus colegas alimentaram ratos de forma a poduzirem uma
enzima chamada “
catalase”, que actua como antioxidante através da remoção do “peroxido de hidrogénio”, que é um produto do
metabolismo e uma fonte de “radicais livres”. Com as investigações em curso na Universidade de Washington, retomou-se a ideia que as moleculas de oxigénio fortemente reactivas, designadas por “radicais-livres”, estão associadas às doenças cardíacas e ao
cancro para além de serem responsáveis pelo processo de
envelhecimento. Os investigadores verificaram que aqueles ratos que apresentavam elevados níveis de antioxidantes tinham uma longevidade 20% maior e associada a uma menor frequência de problemas cardíacas. Se esta constatação se verificar em humanos, o Homem poderá viver para além do centenário.